terça-feira, 28 de agosto de 2012

Rock Lee SD - Jump

Você gosta de uma piada bem ruim? Eu adoro uma piada ruim, e não satisfeita eu quero que todos a minha volta ouçam ela também. É por isso mesmo que hoje a postagem é sobre Rock Lee SD. (y)

O nome mesmo do anime é Naruto SD: A Primavera da Juventude de Rock Lee, Treinamento Ninja com Força Total. Mas... Né?! Vamos chamar de Rock Lee SD e simplificar a vida.

Baseado no universo do Naruto normal, Rock Lee SD tem os mesmos personagens, porém com o traço Chibi (aquele que deixa qualquer coisa bonitinha) e agora o principal é o Lee e seu time Tenten e Neji.

Cada episódio é independente um do outro, e normalmente contêm duas histórias cada um.

E a intensão é fazer graça. Se você sente vergonha alheia em demasia, não assista, na boa. Mas se você ri de bobeiras e gosta de ver personagens sérios fazerem papel de ridículo, é o melhor anime do mundo. Eu que passei a pré-adolescência (heahuiae) apaixonada pelo jeitão quieto do Neji, choro de rir das fantasias que o Rock Lee faz ele usar.

Pra não dizer que é só isso também, o roteiro traz sim umas morais de fundo, umas frases de efeito e tudo mais, mas não tem um enredo fixo, e se torna mais algo pra ver quando se tá sossegado e quer distração. E para os otakus velhos que gostam de matar a carência nostálgica é uma maravilha. xD



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

[Resenha] O Bebê de Rosemary – Ira Levin


No começo da paixão, toda aquela empolgação de construir uma vida nova, um casal se muda para um apartamento em que coisas um tanto... Estranhas vem acontecendo. Uma dona de casa singela e prendada. Um ator em início de carreira. Vizinhos intrometidos e esquisitos. Não poderia dizer que se trata de uma típica estória americana comum. Não quando a protagonista, Rosemary, acorda no meio da noite ouvindo canções estranhas, ou quando os tais vizinhos começam a extrapolar na hospitalidade. E em certa noite, depois de um sonho, quase que real, segundo a mesma... Um bebê é gerado. 


Sim, (obviamente) uma Rosemary grávida! E as coisas começam a se complicar.


A gravidez mais louca já vista, dores terríveis a atormentam, o médico é estranho, o marido já não é mais o mesmo homem com quem Rose se casou, os vizinhos já tomaram conta da sua casa. Mentiras, suspeitas, medo. Rosemary se depara com fatos estranhos, como a morte de um bom amigo, tão intrigado quanto ela, com todos os sintomas estranhos da gravidez. O marido começa a fazer um sucesso repentino e suspeito. E então a feitiçaria é colocada em questão.

Ira Levin conseguiu escrever uma história de terror, que levanta questões como a mulher era vista perante a sociedade na década de 60. Claramente representada pela devoção e subssimividade de Rosemary ao marido. Além de enfocar o satanismo, que é um tema um tanto... Atrativo para os mortais que adoram um bom romance que envolva ocultismo e magia negra. O Bebê de Rosemary é uma trama clássica, foi pra telona e mostrou o quanto o amor de uma mãe pode ser grande por seu filho. Uma mensagem dessas em um suspense de terror torna a história ainda mais bárbara. 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

O Estranho Mundo De Jack - Tim Burton

Eu sempre tive uma quedinha por obras tão bonitinhas que chegavam a ser sombrias (tipo Digimon e Papai Noel) e nesse gênero, Nightmare Before Christmas, O Mundo Estranho de Jack, não poderia deixar de participar. Tim Burton é mestre nessa área e caprichou horrores nesse stop motion, tanto em arte,  criação de personagem, roteiro, efeitos... (FanGirl Detected)

O universo da história se baseia em cidades que representam datas comemorativas, e  como personagem principal temos Jack, o magricela cara de abóbora, gênio da arte de assustar, da cidade do Halloween.

Chateado com algo que ele ainda não entende o que é, e no meio de uma crise existencial, Jack acha o portal para a cidade do Natal. Doidão com os efeitos das luzes ele volta pra sua cidade, conta as maravilhas de um povo alegre e resolve usurpar o lugar do Papai Noel. [Trocou um trem assustador por outro, na minha concepção].

Fora essa estrutura base para a história ainda temos personagens como Sally, que fica se indagando sobre se é ou não digna de gostar do famoso Jack, o Oogie Boogie, bicho-papão que usa jogos de azar como arminha, e o prefeito, totalmente dependente dos poderosos [E por poderoso eu quero dizer Jack].

No DVD a gente tem um especial (que não deve ser tão difícil encontrar na net) com a narração do poema que originou o filme e uma animação bem bacana acompanhando.

É um dos meus filmes favoritos, que apesar de ter sido feito em 1993 ainda hoje é usado até como inspiração pra decoração e roupas. Se gosta do lado meio gótico da força, esse filme que tanto repete na TV será muitissississíssimo do seu agrado. Recomendado.



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

[Resenha] Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge – Christopher Nolan



Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, finaliza a franquia do homem morcego visto pelo do ângulo sério e inigualável de Christopher Nolan, que conquistou o público e os estúdios da Warner Bros desde o início. O trabalho na minha humilde opinião foi encerrado com chave de ouro. Tanto que não consigo fazer uma comparação entre os outros filmes. Gosto de olhar os três em paralelo, no fim das contas como uma obra só. Destaque para toda a história sobre a Liga das Sombras no primeiro e a imortalização na história do cinema do vilão Coringa interpretado pelo falecido Heath Ledger.

Christian Bale vivendo Bruce Wayne/Batman agora tem que encarar novos, e ao mesmo tempo, antigos problemas, além do ódio do povo pela falsa culpa de ter assassinado Harvey Dent (O Duas Caras) que assumiu para manter viva a esperança do povo de Gotham. O vilão dessa vez é o Bane (Tom Hardy), que tem como objetivo resgatar o legado de Ra’s Al Ghul, o fundador da Liga das Sombras. O novo vilão une força e inteligência de uma fora um tanto obscura. Desafia o protagonista várias vezes e espalha literalmente o caos pela cidade. E pra completar o time de figuras famosas vemos a Mulher-Gato (Anne Hathaway), extremamente elegante, cheia das boas brigas e dos bons efeitos desempenhar um papel pouco significativo no filme, mas que na minha opinião ficou ótimo.

Outros personagens aparecem no filme, um policial jovem, John Blake (Joseph Gordon-Levitt), e Miranda Tate (Marion Cotillard), ambos incríveis na atuação. Fizeram bonito, e nem precisaram de máscaras! Quem pensava que tais personagens seriam insignificantes pro roteiro, quebraram a cara s e se surpreenderam. É como eu gosto de dizer, uma história de heróis não é feita só de mocinhos e vilões. Gente comum ajuda bastante. E nesse caso, tive de tirar o chapéu. Gary Oldman, Morgan Freeman e  Michael Caine também voltam, pessoas comuns como sempre. São personagens por quem eu aprendi (durante a trilogia) a respeitar. Comissário Gordon, Lucius Fox e Alfred, respectivamente, possuem um papel importantíssimo na trama cada qual do seu modo ímpar, mostrando uma atuação espetacular, um destaque maior ao último que fez valer o pouco que apareceu.

O filme superou muito as minhas expectativas, o elenco perfeito, a trilha sonora ótima, a fotografia incrível, os efeitos sensacionais. E quanto ao roteiro... Puxa, Christopher Nolan consegue fechar o último filme deixando aquele gosto de “quero mais”. Aquela ânsia por mais surpresas, mais ação, mais reviravoltas e mais pelo menos uma hora e meia de filme. Um final perfeito para uma trilogia épica.